quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

A Embriaguez da Saudade.

 A Embriaguez da Saudade.


Na esquina do tempo, onde o pensamento se deita,

Ouço o lamento de uma poesia a relembrar.

A minha alma com esses versos se deleita,

Pois só quem sabe o que é saudade,

Entende o significado de procurar.


Vago nas ruas do Recife, berço de poemas perdidos,

Buscando o rastro do vento que a cultura nos traz.

Onde o silêncio poético não faz sentido,

A solidão poética já não me apraz.


Eternos sejam os teus beijos inebriantes.

Como o vinho que o fado português me deu.

São delírios de rimas distantes.

Nesse céu e mar que peito de poeta escolheu.


No aperto do peito, a despedida de uma alma,

A memória me vem devolver essa lembrança.

Sinto o calor no espírito que me tira a calma.

O desejo de renascer e ser uma nova criança.


Os abraços são prazeres inesquecíveis,

Um porto seguro em mar de alegria.

Laços eternos de fogo, sentimentos invisíveis.

Que prendem meu ser nesta saudosa poesia.


É o seu afago que trago comigo.

Aceito a sorte do laço que nos entrelaçou.

Que seja eterna a sentença de estar contigo.

Neste sentimento de amor que nos consagrou.


Ao som da linda melodia te chamo.

Em um verso pequeno, te encontro.

Simples assim, meu bem, te amo.

Os teus abraços e beijos…

Transformo em poesias e contos.


Fernando Matos

Poeta Pernambucano

Dr. h.c. em Arte e Poesia.

Dr. h.c. em Comunicação Social.

Dr. h.c. em Paz Global

Embaixador da Paz e da Humanidade.


Depois da Folia: Quarta-Feira de Cinzas em Harmonia.

 Depois da Folia: Quarta-Feira de Cinzas em Harmonia.


Acabou a folia,

Todavia, a alegria não pede licença para partir.

Ela permanece no silêncio do passo lento,

Olhando e aprendendo a enxergar além do brilho

Passageiro que devemos deixar ir.


É tempo de pausa.

Tempo de questionar a vida

O que realmente significa estar vivo

Quando os tambores se calam

E a multidão se dispersa.

A alma precisa ser ouvida.


Que a escuridão da visão mundana

Não nos aprisione os sentidos.

Há luz no simples,

Há verdade no gesto honesto,

Há sentido no viver que respeita a alma.

Compreender melhor a vida humana.


Viver não é apenas celebrar o instante,

Mas compreender o caminho.

É transformar alegria em consciência,

E consciência em humanidade.

Depreender a própria essência.

Pergunte-se: onde reside o verdadeiro ninho?


Quando a festa termina,

Começa a verdadeira vida:

Aquela que se constrói

Com lucidez, empatia e destino.

É hora de provar que somos fortes.

Somos madeira que cupim não rói.

Viva a Vida.


Fernando Matos 

Poeta Pernambucano.

Dr. h.c. em Arte e Poesia.

Dr. h.c. em Comunicação Social.

Dr. h.c. em Paz Global

Embaixador da Paz e da Humanidade.




sábado, 14 de fevereiro de 2026

O Grito da Semente: Epifania Modernista.

 O Grito da Semente: Epifania Modernista


O chão em todos os ângulos marcou a história.

Ventre de criação, o silêncio do verbo se criou.

A raiz cultural tomou forma e viralizou,

Um tempo revolucionário de grande oratória.


Somos sementes vivas, bardos da memória.

Sementes que pedem licença germinando o futuro.

Nossas mãos são pincéis da nossa história.

Um Brasil que cria tudo o que é verdadeiro e puro.


Expressões culturais não morrem no escuro.

Nascem no fogo das cores, celebrando um ato sagrado.

As artes e seus ofícios no caminho aperfeiçoado.

Conhecer o passado para literalmente parir o futuro.


Salve a Semana de Arte Moderna!

Espelho de diferentes vanguardas artísticas.

Salve a semente que conseguiu florir.

Explode em luz, verdade e relevante conquista.


Fernando Matos.

Poeta Pernambucano.

Dr h.c. em Arte e Poesia.

Dr h.c. em Comunicação Social.

Dr. h.c. em Paz Global

Embaixador da Paz e da Humanidade.