Poesia do Acaso
Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas, Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica. Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente); Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da Justiça de Paz pela OMDDH (Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos).
sábado, 27 de julho de 2024
Poesia do Acaso: Alegria Contagiando a Vida.
الشمعة المضاءة.
الشمعة المضاءة.
À Terra em Movimento.
À Terra em Movimento.
Nada ficou sem ação.
O corpo se desloca e a mente provoca.
Uma troca de conhecimento.
Fotografia que mantém a tradição.
Frevo é bailar no vento em equilíbrio.
Movimentos gravados em retratos.
Fatos que a história eternizou pela alegria.
O colírio de nossa própria memória.
Frevo é voar no entretenimento social.
Festa é folia que diverte além do carnaval.
Momentos que vai imortalizar a fantasia.
O Frevo vai caminhando sem destino.
O Frevo é escola prática e criativa.
Fotos em preto em branco do passado a dizer:
Para ninguém esquecer uma Cultura tão viva.
Para o frevo vou… Quem vai?
Quem faz o passo…
Dessa alegria não esquece jamais.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano.
Dr h.c. em Arte e Poesia
Dr h.c. em Comunicação Social
Foto: Google Imagens
segunda-feira, 8 de julho de 2024
Direito, Respeito e Equidade
Direito, Respeito e Equidade.
Viver na senda do direito e da equidade.
Onde a justiça brota em cada gesto?
Respeito é o elo que une toda a humanidade.
Contemplar o Ser Humano de luz em seu contexto.
A balança pesa além do interesse.
Direito é o norte que guia nossa ação.
Equidade é o laço que a força do amor tece.
Corações iluminadores buscam a redenção.
Seres de luz caminham na mesma direção.
Respeitando a caminhada de cada um.
Energia que emana, a esperança humana.
Liberdade que conduz ao destino comum.
Cada Humano é responsável pela luz e amor.
Deveres, Direitos e equidade a nossa canção.
Respeito é o farol que nos livra da eterna dor.
Dia após dia a harmonia nos une em um universo de comunhão.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano.
Dr h.c. em Arte e Poesia
Dr h.c. em Comunicação Social
Foto: Google Imagens
segunda-feira, 1 de julho de 2024
Apenas um Minuto…
Apenas um Minuto…
Ando sem tempo para falar o que sinto.
Procuro nas horas as respostas de uma vida.
Há pessoas que passam por nós só de ida…
Perco-me no Tempo que me deixa aflito.
As amizades do passado quando os verei?
Hoje a tecnologia recorda as fotos empoeiradas.
Sinto falta de caminhar com a rapaziada.
Laços infinitos que nunca mais terei…
Quero um minuto para abraçar…
Um minuto mais para roubar um ósculo.
Um minuto prolongado e sentir o seu cheiro.
Minutos escondidos em teu colo repousar.
Minutos podem virar horas…
O agora se tornarão lembranças.
A soma dos minutos viraram histórias.
Um minuto apenas para sair da sua memória.
Contamos os minutos para nascer.
Corremos contra o tempo para sobreviver.
Pedimos para o tempo parar antes do amanhecer.
Eu só preciso de um minuto a mais…
Para você saber que jamais irei te esquecer.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano.
Dr h.c. em Arte e Poesia
Dr h.c. em Comunicação Social
Foto: Facebook, página pessoal do Nobre Irmão das Letras Javier Olarte Mendoza
segunda-feira, 27 de maio de 2024
A Hora do Destino.
A Hora do Destino.
No calor da lágrima, nasce o adeus.
As últimas palavras de afeto nos corações ecoam.
Toques sinceros das digitais o espírito prometeu.
Sentimentos escritos a sangue, tornaram-se canções.
Almas combinadas, no silêncio em vida, choram.
Dirijo o último adeus com o olhar.
Separados pela despedida, ficaremos fora do radar.
Só as lembranças vivas irão perdurar.
Lá no horizonte perdido, a esperança desvanece.
Então o amor, em memórias, permanece.
Laços sensíveis não morrem em vidas invisíveis.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano.
Dr h.c em Arte e Poesia
Dr h.c em Comunicação Social
Foto: Google Imagens com Aldravia
quinta-feira, 23 de maio de 2024
Sem Palavras.
Sem
Palavras.
Já
caminhei por muita estrada.
Nem
assim te encontrei…
Pensei
estar perdido no meio do caminho.
Descaminhos
de uma vida nunca encontrada.
Sonhei
tanto por esse momento.
Perdi-me
em grandes desejos.
Fomos
esquecidos em vários beijos.
Foi
um erro não ter discernimento.
Agora
quero sentir o calor do abraço.
Um
laço amoroso que jamais tivemos.
Roubaram
palavras e os carinhos, perdemos.
Será
que ainda há espaço?
Gostaria
de te escrever a última carta.
Em
cada linha escrita, uma verdade escondida.
Em
cada entrelinha uma alma desfalecida.
Nunca
mais te falei…
Nem
preciso, gestos eternizam sentimentos.
Direi,
escreverei cem palavras…
Não
chegará à luz do nosso juramento.
Fernando
Matos
Poeta
Pernambucano.
Dr. h.c. em Arte e Poesia
Dr. h.c. em Comunicação Social
Foto: Google Imagens






