A Embriaguez da Saudade.
Na esquina do tempo, onde o pensamento se deita,
Ouço o lamento de uma poesia a relembrar.
A minha alma com esses versos se deleita,
Pois só quem sabe o que é saudade,
Entende o significado de procurar.
Vago nas ruas do Recife, berço de poemas perdidos,
Buscando o rastro do vento que a cultura nos traz.
Onde o silêncio poético não faz sentido,
A solidão poética já não me apraz.
Eternos sejam os teus beijos inebriantes.
Como o vinho que o fado português me deu.
São delírios de rimas distantes.
Nesse céu e mar que peito de poeta escolheu.
No aperto do peito, a despedida de uma alma,
A memória me vem devolver essa lembrança.
Sinto o calor no espírito que me tira a calma.
O desejo de renascer e ser uma nova criança.
Os abraços são prazeres inesquecíveis,
Um porto seguro em mar de alegria.
Laços eternos de fogo, sentimentos invisíveis.
Que prendem meu ser nesta saudosa poesia.
É o seu afago que trago comigo.
Aceito a sorte do laço que nos entrelaçou.
Que seja eterna a sentença de estar contigo.
Neste sentimento de amor que nos consagrou.
Ao som da linda melodia te chamo.
Em um verso pequeno, te encontro.
Simples assim, meu bem, te amo.
Os teus abraços e beijos…
Transformo em poesias e contos.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Dr. h.c. em Arte e Poesia.
Dr. h.c. em Comunicação Social.
Dr. h.c. em Paz Global
Embaixador da Paz e da Humanidade.






