terça-feira, 8 de maio de 2012

Velho Tempo - Poesia de Fernando Matos


Velho Tempo


Nosso primeiro contato
Foi tão simples
Como uma conversa de sapo
Um oi pra lá e um olá pra cá.
A curiosidade curtia a maior dúvida
Dos seres humanos em saber
Se vale mais ter um grande amor
Ou grandes amores no nosso estradar.

Com respeito mutuo e atrevido
Corpos foram envolvidos
Mas cada manhã não sentíamos
Nossos laços espirituais unidos e
A foi fatal o descaminho e a saudade
De carinhos em nossos corpos frágeis
De sabedoria... Quem sabe um dia!!!

O velho tempo se encarregou
De nossas esquinas se encontrar
Novamente e contar uma história
Diferente, corpos distantes
Todavia espíritos mais ligados
E preparados para cuidar um do
Outro...
Um abraço, um beijo recontrado
Em cada aperto de mão
Guardando o segredo de amor/verdadeiro
Na eternidade para nunca mais se perder.

Fernando Matos
Poeta Pernambucano


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Horizonte - Poema de Fernando matos


HORIZONTE


Liberdade para
 sonhar.
Seguir e viver
no caminho da Verdade.

Liberdade de
conquista.
Horizonte sem fronteiras
no despertar do bem.

Liberdade no
desejo .
Amar sem dor,
sorrir sabendo que
as lágrimas de outrora
foram essenciais
na construção do belo.


Fernando Matos
Poeta Pernambucano



quarta-feira, 14 de março de 2012

A PSICO (ANALISE) DO “EU”



Caminho lentamente e involuntário
em passos firmes ao passado
como retrospectiva do meu ego
navegador.
Vivendo e vivido em
dor ou alegria...
Na chegada ou partida
de um lugar comum.

Linhas poéticas
são simbolismo do prazer
silencioso.
Que grita de olhos fechados
e alma aberta ao desconhecido,
que não pulsa mais.
É a Razão mais forte
no caminho emocional,
alienação, escravo do Ser e não ser.

Inscrever-me na história
humana,
expressão corporal inerte
no tempo de ponteiros invertidos
com um espírito que voa
os Campos Elísios do
inconsciente vivo.

Ilusão do “EU”
vazio em matéria e
dinâmico no etéreo Ser...
Volto ao ninho todas as noites
não como menino,
todavia agora Homem vivendo em mim.

Fernando Matos
Poeta Pernambucano




sexta-feira, 9 de março de 2012

PERFUME


Nós artistas,
consideramos a Mulher
igual a uma Rosa.
O espinho é a luta para
conseguir o respeito
nesse mundo.

E o perfume é a
beleza
interior que só o Poeta
consegue ver e sentir.

Fernando Matos
Poeta Pernambucano


quarta-feira, 7 de março de 2012

Dia 08 de Março... Dia Internacional da Mulher - Poesia de Fernando Matos

AMAR-TE É POUCO

Mulher que me quer,
deseja, ama, cuida de mim...
Ai de mim.
Força que me impulsiona
à vida criativa,
emociona os versos dos meus dias.
Poema inspirador em seis
letras de pura energia.

Ofertar flores é apenas
um gracejo, um mimo
de menino/homem carente
com desejo ardente de
tê-la nos braços desse louco
poeta apaixonado.

Vida que te quero em Vida,
mulher que te quero nua,
pura, inocente e envolvente
de pele aveludada.
Voraz, transformadora,
apaixonada em instantes mínimos e gozos
em horas de prazer eterno.
Amar-te é pouco, Mulher.

Fernando Matos
Poeta Pernambucano









sábado, 3 de março de 2012

Nós Somos o Circo - Texto de Fernando Matos

NÓS SOMOS O CIRCO



“Atenção senhoras e senhores, crianças dos oito aos oitenta anos. Temos o prazer de apresentar o maior e melhor espetáculo do universo”.


A VIDA.



Celebremos a Vida em sua plenitude com aplausos. Se um dia você passou por um circo e nunca imaginou que além do brilho das luzes ali poderia existir a Vida, ou quem sabe a sua vida, pois pode Ter a certeza que no circo é representada a VIDA do Ser Humano. Desde a compra do bilhete, que representa o inesperado e a surpresa do espetáculo. Logo depois vem a apresentação... O nosso nascimento.


Quem passa os dias a lamentar-se, não consegue ver que é necessário acreditar para poder passar pela “corda bamba” diária, treinar e esforçar-se é necessário para superar o obstáculo.


O bailado e brilho da “bailarina” será nosso grande amor? Um brinde para o amor, também para a beleza da bailarina. Segue-se o espetáculo com seu brilho peculiar, contudo algumas pessoas preferem fazer de seu picadeiro um “globo da morte”. É preciso acreditar na beleza do VIVER, assim como o “atirador de facas” acredita no seu sucesso.


É chegada a hora da alegria e ninguém melhor para representá-la que o palhaço na fantasia de nossos sonhos, com suas cambalhotas e piruetas, como se estivesse driblando as nossas dificuldades. Entretanto o sorriso triste do palhaço transforma-se no catalisador de nossas esperanças de dias melhores, sem Conflito, Doença e Pobreza.


Acredite no potencial que Deus lhes ofertou, pois o sucesso depende unicamente de você. Não se esqueça de levar alegria ao seu irmão, pois de nada adiantará tanto brilho, tanta Luz no seu “circo” caso não haja os aplausos verdadeiros de seus irmãos.



Fernando Matos
Poeta Pernambucano