É de Queimar
Em Recife o sol é de queimar
Água para beber
Água para banho tomar
Corpo suado parece derreter.
Suco de maracujá
Suco de limão
Suco de cajá
Haja hidratação
Para esse calor melhorar.
Quem do frio quiser correr
Convido a conhecer o sol
De Pernambuco...
Está tão quente que é capaz
De enlouquecer.
No ritmo mais popular
Pernambucano vamos coreografando
A dança da chuva...
Até uma grande nuvem aparecer,
Espero até lá não derreter.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas, Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica. Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente); Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da Justiça de Paz pela OMDDH (Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos).
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Frevo da Gente
Frevo da Gente
O que é o Frevo?
É uma coceira que começa no dedo
Do pé e vai tomando todo o corpo
Sem saber como é ficar quieto...
É um manifesto popular que faz
Toda uma sociedade dançar.
Frevo é centenário...
Está no imaginário de um povo brincante
Gigante em toda a sua origem tradicional.
O frevo de bloco, a alegria pura...
No frevo de rua e a emoção que toca
O coração na melodia do frevo canção.
Frevo da gente...
Brincadeira que se tornou permanente
No coração pernambucano tão colorido
Em um rosto pintado de alegria e magia.
Adereços que tem apenas um endereço,
A troca de energia nas ruas
Onde é maravilhoso ver a cultura popular
Se contagiar no passo do Frevo Folia.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
(Direitos Reservados ao Autor)
Foto: By Yasmin Romana
O que é o Frevo?
É uma coceira que começa no dedo
Do pé e vai tomando todo o corpo
Sem saber como é ficar quieto...
É um manifesto popular que faz
Toda uma sociedade dançar.
Frevo é centenário...
Está no imaginário de um povo brincante
Gigante em toda a sua origem tradicional.
O frevo de bloco, a alegria pura...
No frevo de rua e a emoção que toca
O coração na melodia do frevo canção.
Frevo da gente...
Brincadeira que se tornou permanente
No coração pernambucano tão colorido
Em um rosto pintado de alegria e magia.
Adereços que tem apenas um endereço,
A troca de energia nas ruas
Onde é maravilhoso ver a cultura popular
Se contagiar no passo do Frevo Folia.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
(Direitos Reservados ao Autor)
Foto: By Yasmin Romana
Se eu Soubesse
Se eu Soubesse
Andejando solitário pelo deserto
Procurava e não encontrava
Sua beleza e carinho por perto.
O palco colorido perdia toda cor
A melodia sem rima ausente de poesia
Teus olhos trazem o brilho do amor...
Se eu Soubesse onde te encontrar
Sem demora iria te ver
Ter você em minhas canções a entoar
As maravilhas e a Paz que você me dá.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Andejando solitário pelo deserto
Procurava e não encontrava
Sua beleza e carinho por perto.
O palco colorido perdia toda cor
A melodia sem rima ausente de poesia
Teus olhos trazem o brilho do amor...
Se eu Soubesse onde te encontrar
Sem demora iria te ver
Ter você em minhas canções a entoar
As maravilhas e a Paz que você me dá.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Volto Para Mim
Volto Para Mim
Felicidade quando eu daqui
partir,
Vivi a certeza da paixão com
intensidade
Corri atrás, voando sem
saber aonde ir...
Vou sorrindo vivendo cada
oportunidade.
Se a paixão é eterna, na
terra ela ficará...
Para todas as cartas
perdidas,
Uma lágrima perdida...
O amor é a última fronteira
a ultrapassar.
Volto para mim antes que me
perca
Acerca do pensamento
doudivano
Sigo a estrada sem o
sentimento insano.
Algum dia voltará àquela
lembrança
A certeza inevitável da
morte
Por sorte tive o enorme
prazer...
Em amar você.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Penitência
Penitência
O poeta pecou e não foi
perdoado.
Foi julgado pela Grande
Luz...
Sentenciado a viver um
eterno adeus
Perpetuando apenas seus
escritos.
A vida do poeta era uma
seara de paz
Até que certo dia pela carne
se encantou,
Teria que escolher a
eternidade ou o amor
Uma decisão onde a dor não
passou jamais.
Caminhou pelo deserto do
pensamento
Apenas com um papel e um lápis
Semeador das palavras com
forte raiz
Uma dádiva merecida após o
julgamento.
Solidão passou a ser seu
cobertor
Dia e noite sem tempo certo
Chorar por um sorriso ou um
afeto
Seria a recompensa à sua
dor.
A lua seria o espelho para
revelações
O calor de um abraço o bônus
espiritual
Apesar da pouca duração
carnal
Sentimentos em versos uniram
corações.
Versos poéticos tornaram
melodias
Canções levaram esperança
Educaram crianças...
Versejar ao mundo é a sua
ousadia.
Cicatrizes são linhas de uma
história
Beber da vida é engolir
certas verdades
Nem toda estrada nos leva a
maldade
Aqueça o coração para
receber a Glória.
Onde há poetas existe a florescência
Com suas variedades de encantar
Coexistir entre os humanos
não é penitência
Evoluir e expandir as
diversas formas de amar
Será a expansão gloriosa de
toda uma existência.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
Lua e Carícia
Lua e Carícia
Caminhos perdidos,
Paixão é uma escolha
Amor é uma folha
Nos corações esquecidos...
Tão longe é a morada
Nos versos tão próximos
Influente e sagaz
Grandiosa e voraz
Desejos da alma
apaixonada...
Amor
Segredo
Desejo
Clamor
Iluminação
Corporal
Especial
Manifestação
Cativo
Canções
Emoções
Resisto...
Os dedos poéticos em carícia
Oscular o perímetro permitido
Olhar de lobo atrevido...
Ecos de gritos e vozes
perdidas.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Éramos Assim
Éramos Assim...
Passado não é
história ou nostalgia
É força que nos alimenta a alma
Nas intempéries e as vezes a calma
Que tanto almejamos todos os dias.
É força que nos alimenta a alma
Nas intempéries e as vezes a calma
Que tanto almejamos todos os dias.
Éramos crianças com vontade de sonhar
Em cada nuvem um desejo viajava no vento
Os heróis ganhavam destaque no pensamento
A imaginação fortalecia o criativo caminhar.
Em cada nuvem um desejo viajava no vento
Os heróis ganhavam destaque no pensamento
A imaginação fortalecia o criativo caminhar.
Éramos jovens e suas verdades revolucionárias
A carência de ter era maior do que ser
Vivíamos as ilusões sem a pressa de viver
Crianças desenvolvidas em ações imaginárias.
A carência de ter era maior do que ser
Vivíamos as ilusões sem a pressa de viver
Crianças desenvolvidas em ações imaginárias.
Éramos o sonho de alguém bem distante
A saudade saciada no calor de um abraço
O carinho em estar presente no mesmo laço
De afetividade e a noite nunca foi o bastante.
A saudade saciada no calor de um abraço
O carinho em estar presente no mesmo laço
De afetividade e a noite nunca foi o bastante.
Assim construímos um brilho todo especial
Antes de terminar de ler e sentir esses versos
Faça um pedido puro a ser lembrado no futuro
O Universo cuida de quem ama o essencial.
Antes de terminar de ler e sentir esses versos
Faça um pedido puro a ser lembrado no futuro
O Universo cuida de quem ama o essencial.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Poeta Pernambucano
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