PARAÍSO
Todo poeta ou poetisa
Tem seu lugar mágico
Um lugar onde tudo se concretiza,
Nada é trágico e o real imaginário
Toma forma em linhas de inspiração,
E valor literário.
Mundo paradisíaco e único
Onde a boêmia, não tem noite
Tão pouco dia... O que importa
É a alegria de viver os encantos
De uma Vida única em cada olhar,
Em cada canto onde o ilusionismo
É a tinta para um novo texto.
Nessas linhas o poeta tem liberdade
Para enaltecer a Mulher Amada,
Falar de um tempo onde a idade
Era de curti o colo de uma rapariga
Deitado em lençóis com cheiro de retalho
Masculino.
Não tenho vergonha é certo,
E nem minhas criações vêm
No bico de cegonhas.
São lutas e conquistas
Conseguidas no caminho
Inóspito, desbravador da Luz
Verdadeira... Se medo da dor.
Meu Paraíso é aqui na minha cria
No formato talvez imperfeito,
Mas com sentimento em cada
Poesia.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas, Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica. Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente); Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da Justiça de Paz pela OMDDH (Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos).
sábado, 26 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
Prantear
Prantear
Chorar é a forma
Mais fácil de regar
O âmago espiritual
Limpando o terreno
Deixando o bem,
Abrandando o mal.
Choro pela criança
Que vive nas esquinas
Meninos e meninas
Sem esperança de uma
Vida de qualidade.
O que será quando tudo
Avançar e a idade pesar
Nos ombros cansados?
Choro na noite calada
De alegria, de mágoa
É o meu lamento íntimo
Momento crucial para
reflexão
Entre os erros e acertos
E acreditando na Vida
Vou seguindo à estrada
Até o momento da despedida.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Todo Respeito
TODO
RESPEITO
Com
todo carinho
Ainda
me lembro quando
Menino,
todos reunidos
No
pátio da escola
Munidos
de uma voz
Infantil
mas forte...Varonil.
O
desenho mais colorido
Tinha
as cores verde, amarelo,
Azul
e branco e nada
Se
perdia, nenhuma estrela
Que
na nossa imaginação
Saía
do céu imenso para bilhar
Nos
nossos ingênuos corações.
Hoje
Cidadão tenho afeto,
Honra
de Ser Brasileiro
Valorizando
nossos reais
Valores
que não abro mão.
E
feliz por defender como
Garra
de guerreiro o nosso
Manto
sagrado, chamado Brasil.
Fernando
Matos
Poeta
Pernambucano
sábado, 28 de junho de 2014
HERDEIRO
HERDEIRO
Quando tudo
passava
Como um vento
Na janela da vida
Um pensamento Divino
Pairou de uma forma divertida
Com sorriso de menino.
O Criador na Sua Soberania
Qualificou dois corações
Para tomar conta de seu Filho,
Expectativas, dúvidas e emoções
Farão parte dessa nova jornada
De um trem em trilhos e trilhas renovadas.
Divino, Pai Eterno, dá-nos
Sabedoria e competência
Para que no dia a dia possamos
Educar, mostra-lhe a Verdadeira
Justiça, pois a contemplação da Saúde
Já fora de inteira Felicidade.
Vamos caminhar por estradas
Que em lembranças
Passadas, o véu do esquecimento
É justo... Três corações juntos
Novamente, herança do mais
Sincero verso de uma poesia
Inacabada.
Como um vento
Na janela da vida
Um pensamento Divino
Pairou de uma forma divertida
Com sorriso de menino.
O Criador na Sua Soberania
Qualificou dois corações
Para tomar conta de seu Filho,
Expectativas, dúvidas e emoções
Farão parte dessa nova jornada
De um trem em trilhos e trilhas renovadas.
Divino, Pai Eterno, dá-nos
Sabedoria e competência
Para que no dia a dia possamos
Educar, mostra-lhe a Verdadeira
Justiça, pois a contemplação da Saúde
Já fora de inteira Felicidade.
Vamos caminhar por estradas
Que em lembranças
Passadas, o véu do esquecimento
É justo... Três corações juntos
Novamente, herança do mais
Sincero verso de uma poesia
Inacabada.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
sábado, 3 de maio de 2014
A BOÊMIA - Poema do Poeta Fernando Matos
A
BOÊMIA
A
boêmia do silêncio
Me
criou, uma mesa
Com
duas cadeiras e
Apenas
um assento
Ocupado
com a matéria
Invisível.
Boêmio
não chora,
Lamenta
a despedida
Em
versos soltos que só
Se
agrupam quando a
Ressaca
termina com o
Nome,
cheiro e cor
Feminina.
Os
tragos, as geladas
Sempre
veneram suas
Vítimas
solitárias...
Gracejam
e zombam
Durante
toda noite o
Corpo
inerte e moribundo
De
estômago vazio e letras
Soltas
na cabeça do mundo.
Terno
branco, camisa vermelha,
Sapato
bicolor, gravata desarrumada
Nas
ruas de tijolos antigos.
Hoje
o poeta ressurge sóbrio
Sem
falsos amigos, continua escrevendo
No
silêncio os verso profundos à pessoa
Amada,
esperando a hora exata
Para
dedilhar o violão sem cordas.
Fernando
Matos
Poeta
Pernambucano
quinta-feira, 1 de maio de 2014
POESIA EM VIDA
POESIA EM VIDA
Ando devagar
para melhor
aproveitar os retratos da
vida.
Respiro melhor quando
o vento sopra a favor
das linhas imaginárias
refrescando a dor da saudade
e dando ânimo ao eterno
sentimento do amor.
Eu te amo,
Eu te quero... São palavras
que sempre irão trazer a
aproximação entre os seres
humanos
e só os insanos conseguem
viver
eternamente com suas
desilusões.
O Poeta pode deixar
transparecer
que sofre para em versos e
prosa
completar sua poesia,
mas é pelo trabalho árduo
do dia a dia que trazemos do invisível
a insustentável leveza do
Ser Humano.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
domingo, 6 de abril de 2014
AS HORAS - Poesia de Fernando Matos
AS
HORAS
As
horas que me escondi
Do
mundo frio, outros momentos
Quentes,
onde vivi e estarei
Guardado
em vários pensamentos.
Das
horas de angustia,
Tristezas
e alegrias,
Ensinamentos
de uma história.
Passagem
das trevas à glória
Um
milagre em Vida.
Nas
horas onde tive medo
Solicitei
ajuda Divina
E um
raio de Luz incandescente
Ergueu-me
e deu-me forças
Para
transmitir aos descendentes
A
Beleza dos Céus.
Em
horas como esta
Tudo
é sabedoria, riqueza
De detalhes
vividos e o
Que
não presta é reciclado
Na
linha do tempo.
Fernando
Matos
Poeta
Pernambucano
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