OLINDA LUZ
Transporto-me em ladeiras
sem fim.
O vento do passado
beija-me a face
com gosto de vinho envelhecido.
Ó Linda lua coesa à
serenata...
Fez-me sentir o calor
dos lábios saudosos
da mulher amada.
A vida transcendente,
exprime esse corpulento
em poema.
Espírito declamador
da vida em luz do bem querer.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Fernando Matos mora em Recife/PE, Relações Públicas, Enfermeiro pós-graduado em Enfermagem Obstétrica. Doutor Honoris Causa em Arte e Poesia, Titulo Recebido pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos (Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente); Embaixador da Paz, Delegado Cultural e Comendador da Justiça de Paz pela OMDDH (Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos).
quinta-feira, 13 de março de 2014
RECIFE ANCESTRAL - Homenagem a minha linda Cidade
RECIFE ANCESTRAL
Recordo com comoção
meu pai ensinando-me
a andar nas ruas da cidade
que nasci e que atribuiu a minha vida
alegrias e fortes emoções.
E agora crescido,
vivo a andar em pontes
que um dia levou e fascina
irmãos tão distantes.
Crio afinidade às ruas
de pedras antigas que
com nostalgia trilhei
nos braços de meus pais.
Incrível a felicidade
que não tem idade.
Todos que aqui chegam
recebem a beleza das núpcias
da lua com o mar.
Fico a cortejar
a linda Mulher no
nosso Recife Antigo,
amanhã serei o pai
a ensinar esta beleza ao meu filho.
Esqueço as tristezas quando
olho as esquinas que atravessei,
sabendo que tornei-me grande
como os rios que levam sem destino
a poesia do belo Recife e
sem querer deixam suas lembranças
no nosso dia- a- dia.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Recordo com comoção
meu pai ensinando-me
a andar nas ruas da cidade
que nasci e que atribuiu a minha vida
alegrias e fortes emoções.
E agora crescido,
vivo a andar em pontes
que um dia levou e fascina
irmãos tão distantes.
Crio afinidade às ruas
de pedras antigas que
com nostalgia trilhei
nos braços de meus pais.
Incrível a felicidade
que não tem idade.
Todos que aqui chegam
recebem a beleza das núpcias
da lua com o mar.
Fico a cortejar
a linda Mulher no
nosso Recife Antigo,
amanhã serei o pai
a ensinar esta beleza ao meu filho.
Esqueço as tristezas quando
olho as esquinas que atravessei,
sabendo que tornei-me grande
como os rios que levam sem destino
a poesia do belo Recife e
sem querer deixam suas lembranças
no nosso dia- a- dia.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
terça-feira, 11 de março de 2014
Sertão Amigo - Poesia Inesperada de Fernando Matos
SERTÃO AMIGO
Estava minha pessoa
assim meio a toa
assistindo um programa
animado
quando ouvi o celular
tocar
e trazer boa novas
na voz da Amiga Cristiane Holanda ...
Poeta vai assistir poesia
da nossa terra
e sem pensar muito naquilo
fui e atendi
o pedido.
Vi a terra dos poetas
e da amiga Gloria Montenegro
São José do Egito
quase grito de emoção
quando ouvi também
falar das paragens
de Maciel Melo
poeta cantador
canta mais alegria
do que a dor
mostrando que o
Nordeste tem
cabra da peste e
gente sofrida
mas que leva na lida
o sabor do amor.
Sou poeta da terra
do frevo
e não me atrevo a
muita cantoria
pois declamo
meus versos
simples como
minha bermuda e meus
chinelos
Sou poeta das emoções
rimas que embala
corações sem precisar
de regras
apenas sentimento
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Estava minha pessoa
assim meio a toa
assistindo um programa
animado
quando ouvi o celular
tocar
e trazer boa novas
na voz da Amiga Cristiane Holanda ...
Poeta vai assistir poesia
da nossa terra
e sem pensar muito naquilo
fui e atendi
o pedido.
Vi a terra dos poetas
e da amiga Gloria Montenegro
São José do Egito
quase grito de emoção
quando ouvi também
falar das paragens
de Maciel Melo
poeta cantador
canta mais alegria
do que a dor
mostrando que o
Nordeste tem
cabra da peste e
gente sofrida
mas que leva na lida
o sabor do amor.
Sou poeta da terra
do frevo
e não me atrevo a
muita cantoria
pois declamo
meus versos
simples como
minha bermuda e meus
chinelos
Sou poeta das emoções
rimas que embala
corações sem precisar
de regras
apenas sentimento
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
O ÚLTIMO CARNAVAL - Poesia de Fernando Matos
O ÚLTIMO
CARNAVAL
Lembranças invadem
Sem pedir licença
Recordações coloridas
Vão e vem em cores fortes
E em outras partidas.
Aquela fantasia multicor
Hoje causa dor na saudade
Fotográfica em álbum de borrões
Pergunto onde ficou o brilho
Folião?
As mãos estendidas ao alto
Exaltava Dionísio em sua
Fertilidade primitiva.
Agora a idade regula a
Forma criativa não perjurando
O conteúdo da animação.
O tempo muda e as canções
Não passam de meras
Recordações antológicas
As pernas jovens não conseguem
Saltar suas coreografias.
Lembranças invadem
Sem pedir licença
Recordações coloridas
Vão e vem em cores fortes
E em outras partidas.
Aquela fantasia multicor
Hoje causa dor na saudade
Fotográfica em álbum de borrões
Pergunto onde ficou o brilho
Folião?
As mãos estendidas ao alto
Exaltava Dionísio em sua
Fertilidade primitiva.
Agora a idade regula a
Forma criativa não perjurando
O conteúdo da animação.
O tempo muda e as canções
Não passam de meras
Recordações antológicas
As pernas jovens não conseguem
Saltar suas coreografias.
As tradições
carnavalescas
Terminam na ressaca moral
Do despertar pagão.
Guardo o sorriso como bússola
Que me guiará aos confetes e
Serpentinas... Marcha Palhaço
Seguindo o coração pulsante da
Sua colombina.
Terminam na ressaca moral
Do despertar pagão.
Guardo o sorriso como bússola
Que me guiará aos confetes e
Serpentinas... Marcha Palhaço
Seguindo o coração pulsante da
Sua colombina.
Fernando
Matos
Poeta
Pernambucano
quarta-feira, 5 de março de 2014
A ÚLTIMA PAISAGEM - Poesia de Fernando Matos
A ÚLTIMA PAISAGEM
Caminho descalço entre espinhos,
As pedras quentes já perderam
Sem calor e o ninho da vida
Pérfida hoje é vento do passado.
As roupas são leves como brisa
Suave que vagueia sobre girassóis
Divinos, revestido por palavras e fé
Sigo sem medo de tropeçar.
As mãos que procuravam refúgio
E amparo nas carnes impuras
Hoje reconhece a mansidão
da energia infinita.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
Caminho descalço entre espinhos,
As pedras quentes já perderam
Sem calor e o ninho da vida
Pérfida hoje é vento do passado.
As roupas são leves como brisa
Suave que vagueia sobre girassóis
Divinos, revestido por palavras e fé
Sigo sem medo de tropeçar.
As mãos que procuravam refúgio
E amparo nas carnes impuras
Hoje reconhece a mansidão
da energia infinita.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
domingo, 2 de fevereiro de 2014
ANGUSTIA - Poesia de Fernando Matos
ANGUSTIA
O ontem quando vive
Presente é aviso de alerta
Um dia que não desperta
A mente para a nova estrada.
Cicatrizes são para
guerreiros
A nova morada para os Novos
Tempos
O equilíbrio para os cultos
Ocultos em nossa vereda
espiritual.
Caminho silicioso comedido
Nas palavras proferidas na
calada
Da noite... A ira não deve
ser
Despertada, mas silenciada.
Fernando Matos
Poeta Pernambucano
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